(500) Days of Summer
Wednesday, December 30, 2009
Monday, December 14, 2009
Tuesday, December 08, 2009
What is love?
Saturday, December 05, 2009
Thursday, December 03, 2009
Os limites da pachorra
Crítica (Versão 1):Primeiro erro: a persistência patológica de evitar saber qualquer coisa mais por vezes dá nisto: ir ver Os limites do controle como se fosse... um filme e não uma espécie de puzzle cinematográfico.
Depois, acerto! Não me apanham a tentar reconstruir o puzzle. Não sou dos que acham que um filme se resume em três itens: «story, story, story». Mas a sua ausência ou suposta para os que caíram no segundo erro e tentam a sua explicação ultrapassam os da paciência. Por isso nada tenho a explanar sobre o assunto. Caguei. Não vale a pena. Não é o Ghost dog - Parte 2. Se Lynch ainda me engana porque tem story, sound and image, aqui o que resta é: imagem. Os quatro cantos prefeitos, as linhas do enquadramento incompletas, a presença dos seus intervenientes.
Mas depois vem a petulância de muitas peças soltas e considerações cinéfilas ou científico-filosóficas imensamente pedantes, alguns fragmentos desgarrados insuportavelmente pretensiosos e um meio cheio de vácuo, abstracção e silêncio, quando não nos espetam com cantarolices parolas de nuestros hermanos. Xiça!
Salvam-se os dois cafés expressos em chávenas separadas por favor... que sirvam para vos manter acordado. Abrem-se muitas caixinhas de fósforos e assimilam-se não se processam as suas mensagens. Não. Não falo Espanhol. Isaach de Bankolé e seus fatos. Paz de la Huerta e Dejà-vú de viagens iniciáticas!
Crítica (Versão 2):
Curta, para os fãs do cadáver esquisito e de acordo com as instruções dadas no filme: "O universo não tem centro nem arestas. use as suas capacidades e use a sua imaginação."
Que filme brutal ao subverter o discurso convencional e desafiar a tirania do sentido!
Wednesday, December 02, 2009
Tuesday, December 01, 2009
Dica louca para single white male
No seu livro histórico "A arte da guerra", Sun Tzu dedica um capítulo ao Terreno e à importância dos seus reconhecimento e classificação.Perceber a topografia, a vegetação existente e as características climatéricas e consequentemente categorizá-las é fundamental para a construção da táctica bélica.
O conhecimento das condicionantes e potencialidades geográficas como elementos determinantes para o sucesso de uma acção é assim milenar.
Seja em rocha, areia, gelo, pele, carne ou osso, Portimão ou Lisboa...
Sun Tzu said: We may distinguish six kinds of terrain, to wit: (1) Accessible ground; (2) entangling ground; (3) temporizing ground; (4) narrow passes; (5) precipitous heights; (6) positions at a great distance from the enemy.
Eu diria o 2...
Eu diria o 2...
Mudanças
Quando criei este blog, fi-lo com dois propósitos. O primeiro foi ajudar-me a sair de uma depressão, doença que, aliás, nunca me envergonhei de ter. E ajudou, de facto. O segundo foi para juntar, num mesmo espaço, três pessoas amigas. Como dois desses requisitos já não fazem qualquer sentido, porque agora a amizade só me vincula a uma dessas pessoas, e porque não estou já deprimido (só de vez em quando), decidi mudar-me para outro sítio.
Obrigado
Um abraço.
Obrigado
Um abraço.
Well I'm a human flyIt's spelt F-L-Y
I say buzz ,buzz, buzz, and it's just because..
I'm a human fly and I don't know why
I got ninety six tears in my ninety six eyes.
I got a garbage brain, it's drivin' me insane
And I don't like your ride, so push that pesticide
And baby I won't care, 'cause baby I don't scare
'Cause I'm a reborn maggot using germ warfare. Rockin'
Zzzzz...
I'm a human fly
It's spelt F-L-Y
I say buzz, buzz, buzz, and it's just because..
I'm a unzipped fly, and I don't know why
And I don't know, but I say
Buzz...ride tonight
And I say buzz...rocket ride
And I say buzz...I don't know why
I don't know I just, don't know why.
Saturday, November 21, 2009
Saturday, November 14, 2009
Sunday, October 25, 2009
Monday, October 19, 2009
Friday, October 09, 2009
Monday, October 05, 2009
Basterdo 2 em 1
"O argumentista lembra-me um rapaz que tenta seduzir uma rapariga. Telefona-lhe, convida-a para sair com ele, é muito tímido, vão ao cinema, depois vão tomar um copo, ele convida-a para ir a casa dele, quando chegam ele põe música, serve conhaque, diminui um pouco a luz. A rapariga sente-se bem, começa a deixar-se ir. O argumentista acaricia-a um pouco, desabotoa os primeiros botões da sua camisa... Nesse momento, o realizador chega, dá a mão à rapariga e leva-a para o quarto para terminar o trabalho." Andrei Konchalovsky in Les leçons de cinema
Sunday, October 04, 2009
Sou...
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