
Thursday, March 13, 2008
Wednesday, March 12, 2008
Tuesday, March 11, 2008
O msn... esse espaço de encontros tão profícuos.
quem és tu?
Mr.Grieves diz:
pq é que estás no meu msn?
Dheyso diz:
vc naum sabe?
Mr.Grieves diz:
não
Mr.Grieves diz:
e não me agrada a ideia
Mr.Grieves diz:
aliás, não me agrada nada
Mr.Grieves diz:
sobretudo pq a mensagem "jesus te ama" não me inspira confiança
Dheyso diz:
vc é ateu??
Mr.Grieves diz:
sou. e não gosto dos dois pontos de interrogação a seguir a essa pergunta. por acaso ser ateu é doença?
Dheyso diz:
vc é doente da fé!!
Mr.Grieves diz:
doente de fé é dos conceitos mais patéticos que já me passou pelo cérebro
Mr.Grieves diz:
mas por essa lógica posso também arrogar-me no direito de achar que escreveres no teu nick "jesus te ama" equivale a uma overdose de idiotice
Dheyso diz:
mas vc só aceita a dose se quiseres
Dheyso diz:
ninguem o obriga a tomar nada!!!
Mr.Grieves diz:
exacto!! Daí eu rejeitar à partida essa tua bondade parola de acreditar que alguma entidade metafísica te ama dessa forma
Dheyso diz:
mas pq tah revoltado com o minha frase?? essa é minha opinião...
Mr.Grieves diz:
esse é o ponto: alguém que eu conheça a ponto de estar no meu msn nunca usaria essa frase no seu nick. perdoa-me a pretensão de saber escolher pessoas inteligentes como amigos.
Mr.Grieves diz:
por isso, e partindo do pressuposto que a tua presença neste espaço é resultado de um engano, permito-me a liberdade de te excluir do meu msn
Mr.Grieves diz:
não és bem vindo
Mr.Grieves diz:
adeus
Saturday, March 01, 2008
Friday, February 29, 2008
Frisbis
Sunday, February 24, 2008
Dedalus
O pai usava, desde o casamento com Hannah Winmeinster, que se tornara entretanto Hannah Hammer. A mãe gostava do menino Hans e o menino Hans gostava da senhora Hannah Hammer. Contudo, herdou o Hammer, de que não gostava. Preferia Dedalus, o nome de Stephen, do livro que o senhor Hoffmann lhe oferecera. O menino Hans gostava do menino Hans e era mútuo, porque o outro menino Hans era sua metade esquizofrénica, que gostava de Hammer, e aí havia conflito com o que gostava de Dedalus. (a continuar)
Sunday, February 17, 2008
Wednesday, February 13, 2008
Dores... d'alma.
Que não, que não tinha razão. Que não, que não tinha sido assim. Que, quem quer que fosse o interlocutor, não estava a ver bem as coisas. Terminou a conversa, enfadada, com uma frase que - se me pedissem para escolher - seria a minha frase do dia: "Quando te passarem as dores d'alma logo me ligas, que agora tenho de comer a sopa".
Confesso que não sei ao certo o que são dores da alma. Se têm diagnóstico, tradução física. Não sei sequer se realmente existem, se doem ou se têm cura. Mas - se me pedissem para adivinhar -, diria que ela tem 22 anos e que tem futuro.
A sopa era de nabiça, a 0,90 euros o prato. E estava a arrefecer.
Do you have another opinion?
(Harunnas Tedelski, in “Talvez um dia faça cocó no passeio – Visões semânticas da dialéctica entre o ser e o infinito” )
É como quem diz... paralelos, ou assim...
you can gouge away
stay all day
if you want to
some sacred questions
you stroke my locks
some marijuana
if you got some
you can gouge away
stay all day
if you want to
you break my arms
you spoon my eyes
been rubbing a bad charm
with holy fingers
Tuesday, January 22, 2008
Monday, January 21, 2008
Mais um serviço público... Sportinguista

Saturday, January 19, 2008
Friday, January 18, 2008
04h48 / 5h26 (minutos atrás, portanto)
I've got a chance for a sweet saint lifeI've got a dance and you'll do just fine
I've got a plan, look forward in my eyes
Wednesday, January 16, 2008
Tuesday, January 15, 2008
Preencher a quota de actualidade
Pronto. Está satisfeito o desejo de actualidade para os leitores mais exigentes. Continuemos. Com a cabeça entre as orelhas.
Hoje, por volta das 23h09 (por exemplo, entre muitas outras ocasiões)

My memory's a broken machine
This is how my day begins
This is just one day unseen
Pode enviar a pergunta por mail?
Ide fazer “follow up” para a p... que os pariu
Não, não sou um Manuel Maria. Mas posso ainda acrescentar que, à medida que cimento esta convicção, cresce também em mim uma ténue vontade de exprimir uma desconhecida faceta ditatorial. Que envolveria arames farpados, muros altos, casernas e quejandos. Um sítio assim “a dar para o menos simpático”, onde fosse possível acomodar os mangas de alpaca da informação, os spin doctors da treta, os estrategas do vazio, os estafetas da notícia.
Bem sei que há excepções. Mas, se escrevo isto, acreditem que estou num daqueles momentos em que não me poderia estar mais a borrifar para as excepções. Peço desculpa, mas agora comem todos por tabela. Amanhã, quem sabe, virei aqui escrever qualquer coisa mais agradável, contar uma história fixolas, recordar uma conversa interessante com alguém desse meio.
Mas por agora, enquanto não me passar o choque de ter recebido um press release sobre uma conferência de merda e, em simultâneo, um telefonema da pessoa que o enviou, a perguntar se o tinha recebido, se já o tinha lido e se ia estar presente “no evento”... peço desculpa. Até me ter passado esse choque, vão mas é todos comer merda num sítio distante. De preferência com arames farpados, muros altos, casernas...
Thursday, January 10, 2008
Para que conste
'bora lá (foda-se)!
Ser sportinguista, nos dias que correm, não é tarefa fácil. A expressão "sofrer pelo sporting" está a ganhar contornos assustadores. É penoso. É uma depressão. É tudo tão triste que chega ao ponto de já não dar sequer para sonhar. Com títulos, matemáticas de vitórias em catadupa rumo à glória, contratações mirambolantes, milagres da bola. A realidade é tão dura que não abre uma nesga de espaço à imaginação. Hoje, enquanto espreitava mais um capítulo desta miséria-em-actos-aparentemente-infinitos dei por mim a pensar seriamente nisto. Que gozo dá gostar de futebol quando não conseguimos sentir-nos parte do pulsar de um jogo? Que prazer nos pode dar uma coisa que se torna em sacrifício? Escusado será dizer que todo este negrume se desvaneceu quando me passou pela cabeça uma ideia: "E porque é que não vamos buscar o Futre para o lugar do Freitas na SAD?"
'bora lá, foda-se! Façam-me lá o favor de voltar a sentir-me adepto!
Wednesday, January 09, 2008
Destinado a grandes coisas... (aos incautos, contém spoiler)
Deliberadamente compassado, arriscados nos seus 160 minutos a desenvolver a morte de um dos ícones do faroeste e de certa forma os primórdios do mass media Americano, o culto da celebridade e os seus obsessivos efeitos, venham as nomeações... do também mais longo título do qual tenho memoría na história cinematográfica!Narrando de forma poética Pitt e Casey (o único actor do clã Affleck), é sobretudo nos silêncios que sentimos todo o peso das emoções, conflitos e contradições que carregam. Seja no estilo e presença que o primeiro sempre transmite ou naquela que é desde já a mais irritante performance do ano, ambos deixam marcas... mas vence este último pois ainda ouço aquela voz...
Depois venha a entourage: Sam Rockwell que se torna cada vez mais num luxo tê-lo como secundário e a mal aproveitada Mary-Louise Parker porque já a vi com uns fumos em cima e é pena tê-la apenas para decorar... o que já não é mau, mas a surpresa vai para o pixa pequena do grupo: Dick Liddl.
Um belíssimo filme para quem não procura os prazeres simples da gratificação instantânea dos tiroteiros ao pôr-do- sol. Aqui a tragédia é tratada de forma Shakespeareana e não como qualquer outro fora-da-lei.
Fico à espera do Director's cut de 3hr e 50min de um filme que nos diz tudo com o título e ainda assim nos surpreende no derradeiro momento. É como saber como acaba Control de Corbijn, mas ao contrário deste ainda assim ficar surpreendido com mais um...
... suicídio?
Autismos
Este é um blog que no Natal, por exemplo, não fala de rabanadas e paneleirices de amor e harmonia e paz. No Natal, este blog aborda idiossincrasias portimonenses. Fala de Fernandos. Não é um blog que faça balanços e rankings. Não distribui prémios. Repito: fala de Fernandos.
Este não é, portanto, um blog de modas. É um blog de merdas. Cenas. Coisas. Pós-moderno. Um blog de geração 3.0. Welcome.
(Ah, e antes que me esqueça, os meus pais querem convidar-vos para irem lá a casa jantar um fondue um fim-de-semana destes. Jorinhs, a tua Ana tá convidada. FP, não é por arranjares uma rameira qualquer à última hora que ela está automaticamente convidada.)
Saturday, December 29, 2007
É bom viver em auto-flagelação
O resultado saldou-se na seguinte esquizofrenia mediática:
- O Dakar
- Os ininterruptos fogos de artifício
- o caso Joana
- os labregos plantados à porta do tribunal
- o show case em torno do bigode do presidente do município
- o casal britânico a entrar na judiciária
- um membro da assembleia municipal vítima de agressão por parte de um congénere de outro partido. por sinal, conivente com o poder.
- o maior espectáculo de pirotecnia a nível planetário.
- o Nilton volta e traz uns amigos para fazer rir os parolos
- um potencial caso de Entre Rios que, afinal, não chegou a acontecer. "Porque nós cancelámos a passagem de trânsito a tempo". Com isto conseguiu-se uma manchete no Sol, note-se!
E para que a coisa não fique por menos, já está previsto para o próximo Verão o maior assador de sardinhas da Europa...um acontecimento que certamente entrará no Guiness e, como não podia deixar de ser, vai elevar a cidade aos níveis máximos do ridículo em termos de notoriedade. Assim, é esperado um ano de 2008 ainda mais promissor.
Wednesday, December 26, 2007
Now Now
É a música de abertura de um dos melhores álbuns de 2007, o da estreia de St Vincent (Marry me).
Tuesday, December 25, 2007
Natal...longe de Portimão!

Portimão é hoje um Município de referência no Algarve, pólo âncora do Barlavento Algarvio, distingue-se pela sua oferta turística, pelo seu pulsar e dinamismo, muito próprios, e por uma diversidade de actividades que fazem com que o seu dia a dia seja vivido, a variados níveis, de forma intensa e marcado por um ritmo que se mantém ao longo do ano".
Saturday, December 22, 2007
BEIRUT - The Penalty
No vídeo está um excerto. Aqui é possível comprar o presente de Natal ideal. Zach Condon (Beirut) nas ruas, nos bares e nos prédios de Paris. Saltimbanco e nómada; um escultutor do eu, em resumo. A grande confirmação musical do último ano, que coloca lá o sentido da festa e...adiante. o resto não importa. Quando vejo as imagens, penso estar ali um pouco daquilo que Michel Onfray escreve acerca da sigularidade, da transposição da arte para o domínio da abertura, onde todos os museus (fechamento) se desmoronam e a arte é vinculada à celebração da vida, à parte maldita. Por isso não se trata de uma estética burguesa, morta e embalsemada.
A exaltação está lá, o excesso também. Boa forma de voltar a saber, com o exemplo, que ainda é possível. O quê? Descubram vocês!
Friday, December 21, 2007
Wednesday, December 19, 2007
Este blog também quer ter intervenção política
não discuto a legitimidade política que lhe assiste, a Sócrates, de assinar o tratado em representação de Portugal. o povo elegeu-o. deu-lhe, para todos os efeitos, carta branca para tratar destes assuntos tão longíquos e importantes.
o que fica mal, a única coisa que fica realmente mal nesta história, é apenas um singelo parágrafo. um conjunto de linhas que consta na página 149 de um documento que dá pelo pomposo nome de "Compromisso de Governo de Portugal 2005-2009". era, supostamente, a base programática de governo de um partido socialista que então se apresentava a eleições. e diz, esse parágrafo, assim:
"No curto prazo, a prioridade do novo Governo será a de assegurar a ratificação do Tratado Constitucional. O PS entende que é necessário reforçar a legitimação democrática do processo de construção europeia, pelo que defende que a aprovação e ratificação do Tratado deva ser precedida de referendo popular, amplamente informado e participado, na sequência de uma revisão constitucional que permita formular aos portugueses uma questão clara, precisa e inequívoca."
basicamente, é isto que me apraz dizer sobre o assunto. mas continuarei a ler, com todo o interesse, as longas e fundamentadas convicções que diariamente se publicam sobre o assunto na imprensa e na blogosfera.
Não sei se me faço entender
O Jardel do calduço
quando se tem um amigo com a cabeça grande, temos junto a nós um dispositivo eficaz para alimentar a nossa auto-estima. é difícil não ser bem sucedido quando aplicamos um calduço a um amigo que ostente uma grande área de crâneo.
temos ali, à mão de semear, uma taxa de aproveitamento que ronda os 97%. torna-se fácil experimentar a sensação de sermos pequenos jardéis. gosto de sentir-me um Jardel do calduço. eficaz. letal na arte do calduço. gosto deste meu amigo que tem a cabeça grande.
Tuesday, December 18, 2007
Thür unt sidheinan sur vas unt
"quando percebeu que ia fechar os olhos pela última vez, equilibrou-se entre as bermas do presente e do vazio. o anjo dizia-lhe que estava tudo. que era aquilo. hesitou aceitar. faltava algo. mas o anjo dizia-lhe que estava tudo. não faltava ali nada. que era aquilo. foi. perguntaram-lhe depois: que tal? como é? resignado, confessava não ser bem o que esperava." Midvinterblodt e os discípulos dos templos
de Throndheim e Hundsthorp - Séc. XII)
Detestar (as crónicas de) Fernando Alves
o facto é que aquela procura incessante da objectividade através de ângulos diferentes, interpretada com uma voz tão cheia de si, já me faz balançar entre a náusea e o vómito.
porque a banalidade não o deixa de ser quando é dita com uma voz projectada, trabalhada e acompanhada por uns batuques quaisquer. acho que já é hora de alguém explicar isso ao homem.
Monday, December 17, 2007
Coisas que se pensam na carreira 329 da Rodoviária
por isso vemos o mundo de forma enviesada. criticamos, julgamos, apontamos, condenamos. para nos sentirmos confortados, procuramos nos outros o defeito. como quem diz que podemos ser tristes, mas não podemos estar sós nessa tristeza. a bitola pequena, rasteira, de tão comum torna-nos iguais.
o nosso problema, na individualidade, é crescermos habituados a esta cultura de amesquinhamento. andamos nisto há séculos. o que me pergunto é como é que ainda há quem tenha engenho para fazer disto profissão.
Friday, December 14, 2007
No mundo da ficção científica
Portugal, reconheça-se, é moderno, uma vez que está entre os piores dos melhores. e isso, pois, não é coisa de somenos...é relevante. Prova disso são os seus constantes reposicionamentos, as suas oscilações, as suas ponderações metafísicas em torno da imagem. E é aí que a última campanha de promoção da imagem de Portugal no exterior é coerente. Passa de novo ao mundo a imagem de um país incostante...que não se sentido bem na sua pele, maquilha-se, acha bem e, quando esse artifício já não resulta, deprime-se, senta-se no divã; recuperado, eis que aparece de novo ao mundo, sorridente, sem ser néscio, note-se. Portugal é isso mesmo, um debate constante em torno da sua identidade, entre um catolicismo que´condenou o país mentalmente para todos os anos vindouros e uma tentativa de racionalimo mimético. Portugal é ridículo e essa é a nossa força. Como tal, por que não transmitir essa nossa imagem singular ao mundo?Reconheçamos que somos e seremos patéticos e, aí, talvez mais genuínos, consigamos uma maior paz interior, que...no melhor dos cenários, não esteja em constante condescendência com os outros.
Thursday, December 13, 2007
Whisper scene
Mistério desvendado. Bill Murray encontra Scarlett Johansson pela última vez numa rua de Tóquio, quando ele já ia a caminho do aeroporto. Despedem-se e ele diz-lhe umas palavras ao ouvido.
O final de Lost in translation — O Amor é um lugar estranho deu origem a apaixonados discussões quanto ao seu final. Por isso, imagino que quem estiver a ler isto vai ter o mesmo dilema que eu tive: carrego no play ou continuo a deixar o que foi pronunciado à imaginação?
Nas palavras de Vera Roquete: "Agora escolha" (Pós brasucas é: "Você decide")...
Wednesday, December 12, 2007
Circular interna de uma multinacional Americana em Portugal (Porto), contra a linguagem dos trabalhadores do Norte:
Tuesday, December 11, 2007
Monday, December 10, 2007
Fuck scene
Variações da palavra numa belíssima cena da série The wire, onde se demonstra que, por vezes, não é preciso dizer muito...
Sunday, December 09, 2007
Sylvain Chauveau - In your Room
Quem disse que as versões não são melhores que os originais?
Versão de In your Room dos Depeche Mode
Saturday, December 01, 2007
Zach
Wednesday, November 21, 2007
Adeus!
finda a triste conferência de imprensa com que nos brindaste, deixas-me apenas um desejo a bailar no cérebro: rua! não fazes cá falta. não tens o direito de tratar assim este país. somos nós este país. não és tu. nós somos aquele género de portugueses cuja essência desconheces. aquele tipo de portugueses que não tem patrocínio da nike. que não tem empresário a negociar destinos. rua! não fazes cá falta.
Tuesday, November 20, 2007
Prestem atenção...
Prestem bem atenção!A televisão não é a verdade! A televisão é um raio de um parque de diversões! A televisão é um circo, um carnaval, uma cambada de acrobatas viajantes, contadores de histórias, dançarinos, cantores, malabaristas, aberrações, domadores de leões e jogadores de futebol.
É o negócio da matança do aborrecimento!
Mas vocês estão aí sentados, dia após dia, noite após noite, todas as idades, cores, crenças... a televisão é tudo aquilo que sabem. E começam a acreditar nas ilusões que vêem. Começam a acreditar que esta caixa é a realidade e as vossas vidas não são reais.
Vocês fazem tudo o que a caixa vos diz para fazer.
Vestem-se como na caixa.
Comem como na caixa.
Criam as crianças como na caixa.
Até pensam como a caixa.
Isto é uma doidice massiva seus dementes!
Vocês é que são reais! Televisão é ilusão... http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
P.S. - Obrigado ao Rodri
Monday, November 19, 2007
11º - AddArt
No site aqui ao lado, no seu top 15 dos sites mais cool em todo o mundo, temos o habitante do mundo virtual - Pim Derneden - e a sua AddArt:Sunday, November 18, 2007
Três questões...
Say I found a piece of rockAnd put it in my pocket
And for the day that we are wed
I put it in a locket
Which is to hang around your neck
As long as you see fit
Well, tell me, o my love
Do you think that you would wear it?
And on the day that threatens
That the earth might open up
The birds have stopped their singing
And the insects have shut up
And all that's left between us
Is some al-homdillillilie
Oh would you split it with me, baby
So that I wouldn't die?
And after all these things
Is a question I must ask
When everyone has called me out
And said I am the worst
And asked for voices on my side
My love, would you sing first?
Would you say,
He's better than the rest ;
He's innocent in god's eyes
And in mine, he is the best"?
Mãos ao alto, baby...
I've been hanging roundEverywhere you go in town
Watching you forget me
I want to see you crack
I'm going to get you back
Put your hands up baby
You're talking to me like I'm in your debt
You don't remember things I can't forget
Now you don't look so well
Turn that gun back on yourself
And take a load off baby
I've had enough this time
Give me back my boots you swine
It's your fault you hate me
I only hate you 'cause I hate myself
It breaks my heart that I can't wish you well
Now I could end this here
Die and take you with me dear
It could be so easy
I don't care what you do
I’ll still be rid of you
Just make your mind up baby
I'll turn around I'll walk away from you
If I turn back I'll be the death of you
Monday, November 12, 2007
3 minutos antes da maré encher
aliás, respira Portugal. o verdadeiro. marialva, cru, de faca no bolso, afiada. naifa, dizem eles. e dizem bem. que bela banda sonora para o Portugal que hoje vivemos. aguardela, varatojo,maria. poesia portuguesa. guitarra portuguesa. bateria. baixo. voz. portuguesa. silêncio. aqui canta-se algo que não é só fado.

minha benévola terra
se eu te pudesse beber,
pacificar, fazer guerra,
sentar-te à mesa e escrever.
de tardes lentas e quentes,
e luz que mostra parados
rebanhos incandescentes.
esqueço-me de onde moro
porque sou meu lar imóvel.
o rádio sempre a tocar
um coração avariado
que não posso desligar.
Tuesday, November 06, 2007
Friday, November 02, 2007
Trissomia Tri... partida...
Certas imagens valem por si próprias. Não diminuem a capacidade de comunicação porque dizem mais que qualquer texto escrito.Desertos
A capacidade de comunicação está a diminuir-nos na proporção inversa ao aparecimento de ferramentas que, em teoria, a deveriam potenciar. Temos meios, mas falta-nos conteúdo. No fundo, quer-me parecer que secámos. Estamos desertos por dentro. Temos é alguma folhagem por fora. Que disfarça. Mas só isso.
Thursday, November 01, 2007
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